Poema
1 de maio de 2026
Sobre a vergonha de sentir.
Frágil coração, esfomeado coração. Quando sente, queima. Incendeia-te, incandescente, pulveriza e, para não ferir, volta-se contra si mesmo. A vergonha me consome, me envenena, me preenche por completo...
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Poema
27 de abril de 2026
Escrevo, porque se não escrevo morro. E se morro pode ser que, o que rasteja aqui dentro, saia e rasteje até o seu ouvido sussurrando e contando o que deve morrer em mim...
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Poema
27 de abril de 2026
Sobre incêndios particulares e o medo de queimar.
Um dia quem sabe eu deixe de ser assim — tão intensa, flamejante, um fogo ardente e clamante. Um dia, por acaso, esse fogo que me consome arda mais calmo, queime devagar...
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Reflexão
26 de abril de 2026
Entre a sedução do novo e o medo do desconhecido.
Um poste ilumina um ambiente escuro. Tão escuro que a única coisa que você consegue identificar é o que está sob o raio da frágil iluminação. Você olha ao redor e teme a escuridão, tão profunda e ao mesmo tempo tão encantadora...
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Reflexão
12 de março de 2026
Às vezes um abismo, às vezes uma barreira de vidro, mas sempre ali.
Desde que me entendo por gente sinto que existe uma barreira entre mim e o resto do mundo. Não importa o quanto eu me aproxime ou o quanto se aproximem de mim, algo impossibilita que realmente entremos em contato...
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